Com o objetivo de prevenir a lavagem de dinheiro, bancos e governo estuda limitar o uso de moeda em espécie e em serviços, compras e pagamentos. A ideia é que ninguém possa retirar quantidades superiores a cerca de R$ 10 mil por operação. Como o dinheiro em papel, é mais difícil de ser rastreado e, portanto, o objetivo deste tipo de crime, restringir a circulação é um dos principais objectivos das instituições financeiras na atualidade.
O tema tem sido tratado como uma prioridade por parte dos membros da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), rede que reúne mais de 80 instituições públicas e privadas, como o Banco Central (BC), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão vinculado ao Ministério da Justiça.
O grupo tem a intenção de enviar a proposta ao Congresso Nacional, por meio de um projeto de lei, no ano que vem. Estudos preliminares apontam que a mudança não pode ser feita por resoluções do BC ou do Conselho Monetário Nacional (CMN). A expectativa é de que seja possível terminar o relatório final sobre o projeto, no máximo, até setembro, para que seja apresentado em novembro, na Reunião Plenária Anual da Enccla. Continue lendo “Restrições aos saques bancários | Panorama Farmacêutico – Imã de geladeira e Gráfica Mavicle-Promo”